segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Frase a reter


O jantar foi óptimo, o prato principal ?


Bifinhos à champignon com cogumelos!

Disclamer - Aviso Oficial


domingo, 18 de maio de 2008

Sonho

De noite sonho, sinto medo, receio que tudo não passe mesmo disso... de um sonho, que tudo... seja mentira, que nada disto exista.

E quando acordo o medo mantêm-se porque acordada tudo se pode tornar realidade

quarta-feira, 30 de abril de 2008

domingo, 20 de abril de 2008

segunda-feira, 31 de março de 2008

Fui e vim...


...assim num pulinho




domingo, 23 de março de 2008

Santa Páscoa, para todos!

E porque desde que me conheço que Páscoa não é Páscoa sem... Ben Hur!


sexta-feira, 21 de março de 2008

Mudei de emprego... Atirei-me de cabeça, aceitei o desafio

Mudei de emprego... Atirei-me de cabeça, aceitei o desafio... Desafio que esperava há já quase cinco anos, quando acabei o curso e me vi atirada, para este mundo laboral de cão.

Esperava com sofreguidão e cada vez me parecia mais distante e impossível. O alcançar de algo gratificante. Mas afinal não há, impossiveis e a sorte pode bater à nossa porta quando menos esperamos.

Caí da lua. Ainda hoje, depois de quase uma semana ainda me sinto a pairar, a levitar, sem saber bem onde poisar.

Qual esponja absorvendo toda informação possível e imaginável. Rezando a " pés juntos" que tudo corra pelo melhor, que gostem de mim, que esteja ao nível das minhas e principalmente das espectativas de todos os outros que finalmente decidiram acreditar em mim.

Sinto... Cheiro :Sniff, Sniff...Que 2008 vai ser o ano das grandes mudanças: emprego, casa... Mas o desafio continua... porque para tudo ser perfeito faltas também tu, encontrares o teu rumo, descobrires a estrada certa neste encruzilhada que é a vida e conseguires percorre-la até àquela janela de oportunidade no final na mesma... e eu...vou-te ajudar!!!!!

sábado, 8 de março de 2008

Conversas de Trabalho - Frase a Reter

Tem a mania que é a última Coca-cola do deserto e todas o querem beber

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Casa...casa...casa...

Porque será que a um passo de tomar uma decisão tão importante e de gente bem adulta, ou seja, comprar casa, só me consigo lembrar desta canção infantil? Será que é por causa da última quadra?

Era uma casa
muito engraçada,
não tinha tecto,
não tinha nada

Ninguém podia ,
entrar nela, não,
porque essa casa
não tinha chão.

Ninguém podia
dormir na rede,
porque essa casa
não tinha parede.

Ninguém podia
fazer chichi,
porque penico
não havia ali.

Mas era feita
com muito esmero,
na rua dos bobos
número zero.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

O que fazer?

Quando não se tem nada para dizer?

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Asnografia

Leio num dicionário " Asnografia: s.f.: diz.se,ironicamente, da descrição de asno"
Pobre asno! Tão bondoso, tão nobre, tão inteligente como és! Ironicamente...Porquê? Nem um descrição séria mereces tu, cuja descrição exacta seria um conto de Pimavera? Se ao homem que é bom deverima chamar asno! Se ao asno que é mau deveriam chamar homem! Ironicamente...De ti, tão intelectual, amigo dos velhos e das crianças, dos regatos e das borboletas, do sol e dos cães, das flores e da lua, paciente e reflexivo, melancólico e amável, Marco Aurélio dos prados...
Platero, que sem dúvida compreende, olha-me fixamente com seus grandes olhos brilhantes, de uma serena firmeza, onde o sol brilha, diminuto e refulgente, num breve e convexo firmamento negro. Ai! Se a sua peluda cabeçorra idílica soubesse que eu lhe faço justiça, que eu sou melhor que esses homens que escrevem Dicionários, quase tão bom como ele!
E escrevi à margem do livro: " Asnografia: s.f.:deve dizer-se com ironia, claro está!, da descrição do homem imbecil que escreve dicionários".

in "Platero e Eu" de Juan Ramón Jiménez, Prémio Nobel de 1956

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Dia de chuva

Não me perguntem o que na realidade me preocupa, o que na realidade não corre bem...existem simplesmente dias assim...em que o sol não sorri em que o céu está cinzento.
Uns dias rio-me outros choro, por dentro, sempre por dentro...Faz parte da minha personalidade este eterno teatro do faz de conta. Mostrar sempre e a quem na realidade não me conhece, que a minha vida é sempre cor-de-rosa, que estou sempre bem, que nada me preocupa, que sou forte...mas no silêncio da noite e dos dias não consigo deixar de pensar, na incerteza de que nada nesta vida é certo e garantido e que a qualquer momento tudo pode mudar...

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

ÁS vezes o nosso mailtraz umas coisas porreiras achei que devia repassar...Para todos os velhotes e velhotas como eu...hihihi

"De acordo com os reguladores e burocratas de hoje,todos que nascerem nos anos 60,70 e princípios de 80, não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebé eram pintadas com cores bonitas, em tinta à base de chumbo que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos.
Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas "à prova de crianças", ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas.
Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes.
Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos e airbags, viajar á frente era um bónus.
Bebíamos água da mangueira do jardim e não da garrafa e sabia bem.
Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e bebíamos gasosa com açúcar, mas nunca engordávamos porque estávamos sempre a brincar lá fora.
Partilhávamos garrafas e copos com os amigos e nunca morremos disso.
Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentose depois andávamos a grande velocidade pelo monte abaixo, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar uns travões. Depois de acabarmos num silvado... aprendíamos.
Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer.
Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.
Não tínhamos PlayStation, X Box.
Nada de 40 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, telemóveis, computadores, DVD, Chat na Internet.
Tínhamos amigos - se os quiséssemos encontrar íamos á rua.
Jogávamos ao elástico e à barra e a bola até doía!
Caíamos das árvores, cortávamo-nos, e até partíamos ossosmas sempre sem processos em tribunal.
Havia lutas com punhos mas sem sermos processados. Batíamos ás portas de vizinhos, fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.
Íamos a pé para casa dos amigos.
Acreditem ou não íamos a pé para a escola;
Não esperávamos que a mamã ou o papá nos levassem.
Criávamos jogos com paus e bolas.
Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem. Eles estavam do lado da lei.
Esta geração produziu os melhores inventores e desenrascados de sempre.
Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação e ideias novas.
Tínhamos liberdade, fracasso, sucesso e responsabilidade e aprendemos a lidar com tudo.

És um deles? Parabéns!

Passa esta mensagem a outros que tiveram a sorte de crescer como verdadeiras crianças, antes dos advogados e governos regularem as nossas vidas, "para nosso bem".
Para todos os outros que não têm idade suficiente pensei que gostassem de ler acerca de nós.
Isto, meus amigos é surpreendentemente medonho... E talvez ponha um sorriso nos vossos lábios.
A maioria dos estudantes que estão hoje nas universidades nasceu em 1986.
Chamam-se jovens.
Nunca ouviram "we are the world" e uptown girl conhecem de westlife e não de Billy Joel.
Nunca ouviram falar de Rick Astley, Banarama ou Belinda Carlisle.
Para eles sempre houve uma Alemanha e um Vietname.
A SIDA sempre existiu.
Os CD's sempre existiram.
O Michael Jackson sempre foi branco.
Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo fosse um dia um deus da dança.
Acreditam que Missão impossível e Anjos de Charlie são filmes do ano passado.
Não conseguem imaginar a vida sem computadores.
Não acreditam que houve televisão a preto e branco.
Agora vamos ver se estamos a ficar velhos:
1. Entendes o que está escrito acima e sorris.
2. Precisas de dormir mais depois de uma noitada.
3. Os teus amigos estão casados ou a casar.
4. Surpreende-te ver crianças tão á vontade com computadores.
5. Abanas a cabeça ao ver adolescentes com telemóveis.
6. Lembras-te da Gabriela (a primeira vez).
7. Encontras amigos e falas dos bons velhos tempos.


SIM ESTÁS A FICAR VELHO hehehehe , mas tivemos uma infância do caraças, este texto nao é da minha autoria

boa semana para todos "

O Natal já era o dia de Reis também...mas eles vieram para ficar e eu não consigo parar de rir

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Depois de ter ouvido, boas e más criticas, ( de pessoas que nem sequer viram o filme) ontem fui assistir ao " Corrupção".
Um filme de joão Botelho ( quem? ) inspirado no caso apito dourado e no livro " Eu, Carolina" ( nem vale a pena dizer quem escreveu o livro e que caso foi este que andou de boca em boca e nos media semanas a fio ).
Na minha mera opinião ( que não interessa para nada), parece-me que a realidade estará muito próxima desta ficção onde Pinto da Costa e Carolina Salgado inspiram a vida das personagens : Presidente ( Nicolau Breyner ) e Sofia ( Margarida Vila Nova ).

Um filme em que qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência, e que como seria de esperar foi filmado em todo lado menos no Porto e em que Carolina Salgado é muito mais bonita, sexy e inteligenteque na realidade e em que o final é bem mais feliz , idilico e romântico, de certo proposto pela própria.






terça-feira, 27 de novembro de 2007

Conversas de Trabalho - Frase a Reter

O Problema está sempre
...
...
entre
...
...
a cadeira e o computador

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Língua Portuguesa ou Brasileira ?


A Exaª Srª. Dª. Ministra Isabel Pires de Lima declarou que até ao final do ano, ou seja, daqui a 37 dias será assinado em Portugal o segundo acordo unificativo da língua Portuguesa. No entanto, o que não percebo é porque é que no Brasil só serão modificadas 0,5% das palavras e em portugal a modificação será de 1,6%.

Seremos nós portugueses que teremos de começar a utilizar uma carrada de palvaras que foram alteradas e começadas a utilizar pelos brasileiros.

A minha indignação não é de todo de origem xenefoba, é apenas uma questão de lógica. Que me leva a questionar quem nasceu primeiro: O ovo ou a galinha?

Mas afinal fomos nós ou não que inventamos a nossa própria língua?


No entanto, tudo é possível, se "adoptamos" o Deco como cidadão Português também podemos adoptar palavras portuguesas de origem Brasileira, e já agora como dizem os Brasileiro,s vamos começar a tomar no cú em vez de continuarmos a apanhar.

??? ??? ???

Porque será que quando gostamos de alguém não suportamos ver, achar ou seque pensar que o ente amado pode estar com outra pessoa que não nós? Estranho sentimento que surge em forma de ansiedade e que corrói provocando um medo irracional e uma imaginação tremenda. Será que se trata verdadeiramente de um sentimento de amor, ou apenas uma reacção, gerada pela cultura Ocidental ?

Digo isto, já que segundo outras culturas um homem pode ter mais do que uma mulher e esse facto é completamente aceite socialmente. Será que essas mulheres também sofrem com isso? Ou ao terem sido educadas segundo esse meio e cultura nem sequer sentem da mesma forma que as Ocidentais?

Refiro sempre o caso no feminino, apesar de saber que os homens também pensam nisso e também sentem, talvez ainda mais que as mulheres, uma vez que um homem infiel é considerado um garanhão, mas uma mulher infiel é sempre uma vaca, uma puta.

Continuando a pensar em termos culturais até que ponto não existe aqui uma pontinha de influências árabes ,que predominam infiltardas na cultura ocidental desde tempos ancestrais em que os Cristãos empurraram os Árabes para Africa, tempo remotos que nem séculos de distância conseguiram apagar.

Este sentimento deve-se então à paixão avassaldora que tolhe por completo, ao amor quase irracional, a um acto cultural ou será que afinal não passa de um sentimento de posse que não se deveria sequer sentir? Já que como diz um cantor nacional, João Pedro Pais, " Ninguém é de ninguém, mesmo quando se ama alguém".



Pelo menos na minha cabeça é completamente impensável, quer seja por razões de ordem cultural ou sentimental , imaginar-me a partilhar emoções, momentos, afectos, e principalmente carinhos de nível físico com alguém que não seja a pessoa que amo e que sinto ser quase como uma parte de mim, de forma que não existe espaço sequer, para mais ninguém.